No mapa do labirinto

um rito de passagem

mas sem fios, sem ninguém

que decifre

a geografia desta viagem.

Passar a mão pelas paredes de musgo

de  umidade

da pele áspera das pedras

com a certeza

de que só se vai ao fim do fundo

sozinho.

E no centro, quem sabe,

apenas um espelho

para que possas contemplar

a fera

que te espera.

Publicidade